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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

15 maiores fiascos da tecnologia em 2013 x Amigão Educação x Amigão TEC

Mais um ano está chegando ao fim e com ele aquela reflexão anual do que deu certo e errado na vida - e na tecnologia! A cada ano que passa, o Business Insider elabora uma lista com todos aqueles produtos que deram errado, todas as estratégias que não foram acertadas e que acabaram se tornando os maiores fiascos da indústria no último ano. Leia mais


1. Facebook Home

Facebook Home foi uma tentativa frustrada do Facebook em combater o Android. Basicamente ele é um skin para o Robô que o transforma num "Facebookphone". O hype em volta do recurso foi tão grande que alguns acreditaram que o Google o proibiria. Mas o Google nem se preocupou com nada. O Home foi um completo fracasso e ninguém usou o rapaz. Hoje, especula-se que o Facebook está replanejando a estratégia do Home e espera lançar uma versão melhorada do produto no próximo ano.

2. Samsung Galaxy Gear

Galaxy Gear é aquele tipo de dispositivo que tecnicamente deveria funcionar, mas não funcionou. O fiasco foi tão grande que 30% das unidades vendidas foram devolvidas e a Samsung já trabalha numa segunda versão do gadget. De acordo com um executivo da companhia, o Gear ainda é um tomate não amadurecido. Tomate caríssimo que custou US$ 300 a quem o comprou, diga-se de passagem.


3. O app Poke do Facebook

Snapchat zombou descaradamente do Facebook neste ano. Em 2012, a rede social tentou detonar o Snapchat lançando o app Poke para dispositivos iOS. O app é uma espécie de mensageiro que permite que os usuários conversem com seus amigos, enviem fotos e vídeos - ou seja, uma cópia descarada do Snapchat. Não colou.
Derrotado, o Facebook seguiu o conselho do famoso ditado "se não pode com ele, junte-se a ele" e ofereceu US$ 1 bilhão pelo Snapchat, que recusou a oferta. Mais tarde, uma oferta final: US$ 3 bilhões. Rejeitada novamente. Para uma empresa sem nenhum capital, o Snapchat ensinou uma bela lição ao "todo-poderoso" Facebook.

4. O Moto X

Não há dúvidas de que o Moto X é um bom aparelho, mas, estatisticamente falando, ele tem sido um fiasco no mercado. Apesar dos esforços do Google/Motorola, o aparelho não está conseguindo vender. Já foram inclusive oferecidas opções de customização do visual do aparelho via MotoMaker, mas não adianta. Tudo está nas mãos dos consumidores.



5. BlackBerry 10

Envolto por um hype enorme, o BlackBerry 10 foi lançado este ano. E foi um baita fracasso. Ninguém queria o coitado e a BlackBerry amargou um baita prejuízo. Tentando superá-lo, passou o ano inteiro tentando se vender, até que mudou de ideia. Apesar dos esforços e de anunciar investimentos na cifra de bilhões de dólares, hoje a BlackBerry é considerada uma antiguidade na indústria.

6. Microsoft Surface RT

A Microsoft investiu cerca de US$ 900 milhões no seu tablet próprio, o Surface RT. E ele nem agradou e nem vendeu. Resultado: foram US$ 900 milhões jogados no lixo.

7. HTC One

O HTC One é um ótimo telefone e é o principal concorrente do Galaxy S4. Há quem diga até que ele é o melhor aparelho Android que existe por aí. Só que há um problema: ninguém compra o HTC One. A HTC já foi a maior fabricante de dispositivos Android do mercado, mas a situação atual é grave e a companhia vem em franca decadência. A última esperança dela era o HTC One. E ele falhou.

8. Novo design do Yahoo Mail

Num novo esforço de fortalecer a marca que outrora já foi a mais poderosa do Vale do Silício, o Yahoo! aposentou as versões mais antigas do seu serviço de e-mail em junho. A nova caixa de entrada que foi lançada, no entanto, espantou os usuários pela semelhança exagerada com o Gmail e a enorme quantidade de bugs que, até agora, não foram solucionados. E parece que nem tão cedo serão, já que os próprios funcionários da companhia se recusam a utilizar o serviço para testá-lo.

9. Startup Clinkle e seu app misterioso

Como é possível uma startup cujo produto sequer foi lançado já figurar numa lista de fiascos do ano? Simples! Basta arrecadar uma enorme quantidade de dinheiro por financiamento ou doações, lançar um video promocional pretensioso e vago e, pouco tempo depois, demitir boa parte do corpo de funcionários. Essa é a história da Clinkle, que já arrecadou US$ 25 milhões e até agora está prometendo um app que revolucionará a forma como realizamos pagamentos.

10. Novo logotipo do Yahoo!

Buscando se reinventar, o Yahoo! contratou Marissa Mayer para a cadeira de CEO da companhia e decidiu repaginar seus serviços e logotipo. Após 30 propostas diferentes, finalmente o novo logotipo foi apresentado no mês de setembro. Representando os recentes esforços do Yahoo! em recuperar o brilho que perdeu nos últimos anos, a nova marca não apresentou mudanças drásticas, mas desagradou a um punhado de pessoas.

11. Anúncios sentimentalistas da Apple

Durante este ano a Apple investiu numa série de anúncios que explicam o motivo da companhia fazer o que faz. Foi um tremendo sucesso, mas somente entre seus funcionários. O público, de uma maneira geral, não entendeu a mensagem e achou tudo muito irritante. No fim das contas, os anúncios não duraram muito e sumiram.

12. Ataques da indústria televisiva ao Aereo

O Aereo é uma nova forma de assistir televisão. Com ele, é possível retransmitir canais para um tablet ou smartphone. O problema é que as gigantes da indústria televisiva se estranharam com a companhia desenvolvedora do Aereo e encheram-na com processos para afundá-la. O feitiço virou contra o feiticeiro e a atitude só atraiu mais atenção e mais usuários para o Aereo.


13. O iPhone 5C

Uma das grandes apostas da Apple para conquistar maiores fatias do mercado, o iPhone 5C teve um lançamento frio e suas vendas decepcionaram a Maçã. Pouco tempo depois um relatório surgiu afirmando que a produção do 5C sofrera um corte em detrimento ao iPhone 5S, versão mais cara e que cujas vendas surpreenderam e foram superiores. O fato é curioso e nos faz questionar: por que a Apple fez o 5C? Talvez a verdade venha à tona no futuro.

14. A Barca do Google

Em outubro o Google despertou a curiosidade de muita gente ao erguer uma gigantesca e misteriosa instalação na baía de São Francisco. Burburinhos que rolaram na época davam conta de que aquilo poderia ser um novo data center flutuante. Já outras pessoas acreditavam piamente numa loja para o lançamento dos óculos de realidade aumentada da companhia. No fim das contas, nem uma coisa, nem outra.
A misteriosa barca na verdade não passaria de "um espaço interativo onde as pessoas poderão aprender sobre uma nova tecnologia [o Google Glass]". Sim, passaria, no passado. Isso porque agora o projeto multimilionário está sob investigação porque a empresa não tinha a documentação necessária para por a barca lá.

15. Planejamento de sucessão do CEO da Microsoft

Steve Ballmer explicou e explicou, mas até hoje não foi dado nenhum motivo claro sobre o motivo dele estar deixando a cadeira de CEO da Microsoft. O que é mais esquisito é que o anúncio de aposentadoria de Ballmer foi feito apenas poucas semanas após ele dar início a um enorme programa de reestruturação da companhia que, acreditava-se, seria liderado por ele. A correria em busca de um novo CEO que se sucedeu após o anúncio do excêntrico Ballmer evidenciou que nem a Microsoft esperava por isso e sequer tinha um plano para substituí-lo. Estranho e esquisito.

O que você achou da lista? Que outro produto, estratégia ou acontecimento você colocaria na lista de maiores fiascos da indústria tecnológica do ano de 2013? Comente!

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Matéria completa: CANALTECH       Por Redação em 16.12.2013 às 11h25

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